domingo, 15 de outubro de 2017

Projeto literário Um Ano Com a Jodi

Novembro

Uma Melodia Inesperada /Sing You Home



Zoe Baxter passou dez anos a tentar engravidar e, quando parece que este sonho está prestes a realizar-se, a tragédia destrói o seu mundo. Como consequência da perda e do divórcio, Zoe mergulha na carreira como terapeuta musical. Ao trabalhar com Vanessa, o relacionamento profissional entre as duas transforma-se numa amizade e depois, para surpresa de Zoe, em amor. Quando Zoe começa a pensar de novo em formar família, lembra-se de que ainda há embriões dela e de Max congelados que nunca foram usados.

Este vai ser o livro a ser lido, a partir de dia 1 de Novembro.

Já sabem: quem se quiser juntar, basta comentar aqui, no blog da Isaura ou no canal da Dora.

Kisses da vossa Geek

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Parcerias - o bom, o mau e o vilão


Assunto espinhoso aqui. Se são sensíveis, fechem a janela e dirijam-se ao blog mais próximo, com fotos de gatinhos fofinhos.

Continuaram? Estão por vossa conta e risco. Depois, não digam que não avisei.
Parcerias há muitas e de variadas coisas: livros, maquilhagem, roupa, etc. É só dar um giro por blogs ou pelo Youtube, e encontra-se imenso desses vídeos / posts patrocinados. É uma maneira de as empresas terem um outro tipo de exposição ao mercado, mais acessível de certa maneira, do que pelos meios tradicionais.
A minha questão é: quanto é que essas opiniões são realmente verdadeiras? Será que o facto de o produtor de conteúdo receber os produtos de borla (e algum outro tipo de gratificação, que não se sabe), não vai influenciar a sua opinião acerca desses produtos?
Eu sou uma cética, e acho que há sempre um certo grau - para não dizer em algumas pessoas, imenso - de aliciamento, de parcialidade. Se receberam os produtos de borla, querem continuar a receber, quer dessa empresa, quer de outras, e irão dizer maravilhas, que é excelente, ótimo - não sendo talvez bem essa a realidade do produto / serviço em questão.

Falando no caso específico de livros, penso que há pessoas que se influenciam imenso com as parcerias formadas. Consegue-se ver que há verdadeiros malabarismos de linguagem, para que não soe que estão a dizer mal (no fundo, a dizerem que não gostaram) do livro, mas que soe sim, a positivo, para que os envios das editoras continuem a chegar. Já vi opiniões escritas que diziam uma coisa e o seu contrário, isto do mesmo livro e na mesma opinião. Não fico a perceber nada - com franqueza, não percebo onde é que o blogger / youtuber quer chegar: gostou? Não gostou? Algo soa a falso.
O medo de dizer de frente que não gostaram nada e que, se calhar lhes apetecia mesmo era mandar o livro pela janela fora, é suprimido pelo desejo de continuar a receber livros e mais livros. E no final, para quê? Para ficarem bem vistos? Por quem? E será que nunca ninguém os confronta com algo como " aquilo que recomendas-te é uma porcaria!" ? 

No meio disto tudo, sei quais são os blogs e canais que, tendo parcerias, não se deixam cegar pela "borla" e os quais confio que dão a sua opinião sincera.
Porque isto de opiniões é muito subjetivo, não nos podemos esquecer: o que pode ser excelente para mim, pode ser o lixo para outra pessoa. E vice-versa.

E vocês - são influenciáveis ou céticos?

Kisses da vossa Geek

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O problema da Portugalidade


Eu, leitora, me confesso: raros são os livros que leio de autores portugueses. Dos cerca de 50 a 70 livros que leio anualmente, possivelmente não leio 10 de autores nacionais /lusófonos.
O que faz com que isto aconteça? Pela minha parte, tem um pouco que ver com as leituras obrigatórias na escola e com a pouca divulgação que a maioria dos autores portugueses têm.

As leituras obrigatórias fizeram com que associasse os autores portugueses a sentimentos de obrigação, de chatice e aborrecimento mortais. Gostei de Camilo Castelo Branco por exemplo, mas foi caso único. O resto, completei, mas sem senso nenhum de prazer.
A segunda razão para mim, é a mais relevante, pois à parte de uma meia dúzia  - contada pelos dedos - de autores que, de cada vez que editam um livro, é louvores e publicidade por tudo quanto é sitio, os outros nadam num mar de ignomínia. À parte de um curto espaço de tempo logo a seguir à publicação do livro, raramente são lidos, falados ou recomendados. Parece que caíram da face da terra, para não mais serem encontrados. São aqueles que normalmente têm que ter um emprego que lhes pague as contas, e que escrevem por amor à camisola, pois de outra maneira, não escreveriam.
Enquanto que há uns quantos - com mais ou menos mérito, mas isso é discutível - em que se cria uma expectativa quanto à saída de um novo livro, em que os livros são lidos e repassados não sei quantas vezes, outros há em que simplesmente caem no esquecimento. E isso não me parece justo, pois num mercado editorial pequeno como o nosso, não se percebe como é que há autores que têm muita publicidade e outros que passam "debaixo" do radar. É um assunto em que também que as editoras dever-se-iam debruçar, pois afinal são elas que os representam e se não fizerem o seu trabalho em condições, vai-se refletir nas vendas (ou mais, na falta delas).

Quero começar a ler mais autores portugueses, mas fora desse circulo dourado, porque tenho ideia que há muito bom livro para ser lido, só que não é tão conhecido ou popular.
 E vocês? Qual é a vossa opinião? E, já agora, sugestões para este meu propósito?

Kisses da vossa geek

domingo, 24 de setembro de 2017

Historiquices de Outubro

Louisa May Alcott



Louisa nasceu em Filadelfia, no ano de 1832, filha de um filósofo e educador, Amos Alcott e de uma assistente social, Abigail. O seu pai era um transcendentalista, corrente de pensamento e educação que preconizava o alcançar da perfeição e o estar separado da restante sociedade consumista. Para isso, o seu pai deslocou várias vezes a família para comunas independentes, mas foram experiências sempre de curta duração, e de muito stress para toda a família.
Louisa tinha vários irmãos e irmãs e todos, à exceção da mais nova, foram educados em casa. Louisa recebia a sua educação maioritariamente de seu pai, mas também de nomes sonantes como Henry David Thoreau, Nathaniel Hawthorne e da jornalista Margareth Fuller. Pensa-se que a grande inspiração para o seu maior sucesso - Mulherzinhas - vem da sua própria família, nomeadamente as suas várias irmãs.
Como a família estava sempre em risco de pobreza eminente, Louisa desde muito cedo que se empregou como professora, costureira, etc.

Possivelmente, pela sua educação exigente e muito variada, ela sempre foi uma feminista, uma abolicionista - isto antes da guerra civil americana, onde ela trabalhou num hospital de campanha - e defendia o sufrágio feminino. Aliás, foi a primeira mulher a recensear-se para votar, na sua cidade. Nunca teve uma relação amorosa significativa com ninguém, além de um jovem polaco, mas os diários onde ele era mencionado foram apagados. 

Por tudo isto e mais, vamos ler e ver obras desta escritora espantosa - e bastante profícua.

Livros



Filmes

Movie Trailer   Mulherzinhas

Movie Trailer Litle Men

Movie Trailer An Old Fashioned Christmas

Kisses da vossa Geek



Historiquices de Junho

Pearl S. Buck







Uma senhora muito prolifica e com uma mente muito à frente do seu tempo.

Kisses da vossa Geek